O arcebispo metropolitano de Aracaju, Dom Josafá Menezes da Silva, participou de uma reunião com representantes dos movimentos sociais e das Pastorais Sociais para iniciar o diálogo sobre a organização do Grito dos Excluídos e das Excluídas 2026.
O encontro contou com a presença do padre João Cláudio, coordenador das Pastorais Sociais da Arquidiocese, e de Roberto, presidente da CUT Sergipe, além de outros participantes comprometidos com a construção do evento.
Durante a reunião, foi destacada a importância da atuação conjunta entre a Igreja e os movimentos sociais na coordenação do Grito dos Excluídos, fortalecendo o compromisso com a defesa da dignidade humana, da justiça social e dos direitos das populações mais vulneráveis.
Os participantes ressaltaram que as pautas sociais debatidas — especialmente aquelas que impactam diretamente a vida dos trabalhadores, das pessoas em situação de pobreza e dos mais necessitados — devem permanecer no centro das reflexões e das reivindicações da sociedade. Nesse sentido, o Grito dos Excluídos reafirma sua missão de dar visibilidade às vozes dos que mais precisam ser ouvidos.
Tradicionalmente realizado no dia 7 de setembro, o Grito dos Excluídos acontece em paralelo às celebrações cívicas da Independência do Brasil e busca chamar a atenção das autoridades e da sociedade para a necessidade de políticas públicas voltadas à promoção da justiça, da inclusão e do cuidado com os mais pobres.
A reunião marcou o início da construção coletiva do Grito dos Excluídos 2026 em Sergipe, reforçando a parceria entre a Arquidiocese de Aracaju, por meio das Pastorais Sociais, e os movimentos populares na promoção de uma sociedade mais justa, fraterna e solidária.