A Arquidiocese de Aracaju concluiu, nesta sexta-feira (24), a primeira etapa do Retiro Anual do Clero, realizada entre os dias 20 e 24 de julho, na Chácara João XXIII, em Salgado. O encontro reuniu o primeiro grupo de presbíteros arquidiocesanos para dias de oração, silêncio, reflexão e renovação espiritual.
O retiro foi orientado por Dom Roberto Lopes, OSB, que conduziu as meditações a partir do tema “Presbítero diocesano: profeta da alegria e da esperança, amigo de Deus”.
Ao longo da semana, os sacerdotes aprofundaram a espiritualidade do profeta Elias, a partir dos capítulos 17 e seguintes do Primeiro Livro dos Reis, refletindo sobre o chamado, a missão e a ação transformadora de Deus na vida daquele que se coloca a seu serviço. Também foram conduzidos a uma profunda meditação sobre a reconciliação entre Jacó e Esaú, narrada no Livro do Gênesis, destacando o perdão como caminho de restauração das relações e da comunhão.
As reflexões ainda contemplaram o profeta Jeremias como sinal de esperança para o povo de Deus, sempre com forte fundamento bíblico e voltadas para a vivência do ministério presbiteral.
Para o arcebispo metropolitano de Aracaju, Dom Josafá Menezes da Silva, o retiro foi uma oportunidade privilegiada de renovação da vida sacerdotal.
“Dom Roberto permitiu que mergulhássemos profundamente nas reflexões bíblicas. A partir da experiência do profeta Elias, fomos conduzidos a contemplar a ação de Deus na vida daquele que é chamado ao serviço e se deixa transformar pela graça.”
Dom Josafá destacou ainda a riqueza espiritual e pastoral transmitida pelo pregador ao longo da semana.
“Encontramos em Dom Roberto um homem profundamente marcado pela confiança na graça, no amor e na misericórdia de Deus. Sua experiência missionária e sua leitura das Sagradas Escrituras renovaram em nós a esperança e fortaleceram nosso compromisso com a missão de servir ao povo de Deus.”
O Retiro Anual do Clero faz parte da programação permanente de formação da Arquidiocese de Aracaju e oferece aos presbíteros um tempo de aprofundamento espiritual, fortalecendo a comunhão, a identidade sacerdotal e o ardor missionário no exercício do ministério.





